sexta-feira, 2 de maio de 2014

Escondo-me do passado
Pois ele já deveria estar afogado
Mas aquelas doces lembranças
É o que causa a esperança

Quiçá poderia voltar
E dessa vez para acertar
Aquela condenada vida
Que me fazia acolhida

A emoção que me trazia
Misturada com aquela euforia
De pensar que seria eternamente
O que hoje é ausente

Lembro-me da inocência
E de toda a clemencia
Faziam-me chorar
Para hoje querer voltar

Pois mesmo que imperfeito
O tempo dói em meu peito
Pudera esse presente
Ser um pouco mais comovente.

Nenhum comentário:

Postar um comentário